Olá, você já se perguntou qual é o melhor método para se aprender uma língua estrangeira. Qual a forma mais rápida para se aprender um novo idioma?

Hoje quero conversar sobre um aspecto muito curioso dos modelos de ensino de língua mais tradicionais: a relação entre e a quantidade de aulas e a prática efetiva do que se está aprendendo.

Ou seja, a quantidade de aulas oferecidas normalmente pela maioria dos cursos é relevante? Vamos falar um pouco sobre o impacto que isso tem no dia-a-dia do aluno e a eficácia desse modelo de ensino-aprendizagem.

Muitas aulas por semana, ajuda?

Existem cursos de língua que propõe aulas duas, três e até mais vez por semana e oferecem isso com um benefício para o aluno. Mas será que é isso mesmo?

Basta comentar sobre um aspecto de nossa vida moderna: nosso trânsito cada vez mais complicado que gera deslocamentos mais demorados, para não dizer estressantes, e mais gasto de tempo. Justamente o tempo que se tornou algo cada vez mais escasso.

Será que a presença física na aula de língua é tão importante assim? Na era da Internet, será que vale a pena esse mesmo modelo de ensino de língua de 20 anos atrás?

Além disso se você acha que tem dificuldade para aprender línguas, já se perguntou o porquê. Saiba que talvez o problema não seja somente seu, ou nem mesmo seu.

Modelo do Iceberg

modelo do icberg Quero então falar sobre uma concepção de modelo de aprendizagem que costumamos chamar de Modelo do Iceberg no ensino de língua estrangeira, sem exigir que você tenha que tenha que dispensar muito tempo em aulas, aulas e aulas.

Esse modelo é, a nosso ver, um dos fatores decisivos para que você aprenda efetivamente a falar uma língua estrangeira. Algo capaz de lhe dar intimidade com o idioma.

Trata-se de uma concepção de trabalho que usamos em nosso ensino há muitos anos com tremendo sucesso. Mas o que é isso?

Chamamos de Modelo do Iceberg por acharmos uma boa metáfora da relação Aula X Prática.

Imagine que a ponta do iceberg, aquela pequena porção de gelo que fica para fora da água, são as aulas que você tem com professor, e que o corpo do iceberg, a parte maior que fica submersa é a sua prática – que deve ser diária, lúdica, intensa.

Esse pequeno tempo diário gera um acumulo de horas de prática muito importante.

Assim como para o iceberg, no qual a parte mais importante é a parte que fica submersa, para sua formação em língua estrangeira, sua prática efetiva da língua, que acontece fora da sala de aula (vejas figuras que acompanham o texto) é também a parte mais importante.

O modelo do iceberg otimiza o tempo de aprendizagem do aluno, promove fluência, é agradável, e ao nosso ver, é indispensável hoje em dia.

Sem ele, o aluno, você, continuará despendendo muito tempo e investimento, tendo muito pouco resultado. Entretanto isso é bastante difícil para a maioria das pessoas, pois evidentemente elas não sabem como fazer.

E é aí que entra o papel do professor que vai dar orientações de como o aluno pode realizar na prática o que está aprendendo em sala de aula, motivando e dando-lhe ideias e soluções para pôr em prática esse aprendizado divertido e sobretudo eficiente.

Modelo do Iceberg na prática

modelo do icebergPara dar um exemplo, vejamos os seguinte​: você aprendeu os números na aula, o que resta a fazer é pôr isso em prática. Ficar repetindo aleatoriamente, fazer listas, cópias pode até ajudar, mas não vai resolver. Além de ser, convenhamos, muito chato!

Você precisa se familiarizar com o conteúdo: aprender a pronunciá-lo e entende-lo como também muitas vezes suas nuances.

Veja que interessante e divertido pode ser se você passar, durante essa fase de assimilação, a ler placas de carro, por exemplo.

Sim isso mesmo! No seu cotidiano, quando sair de casa pela manhã e vir uma placa de carro, procure ler no idioma em que estiver aprendendo.

No dia-a-dia como um nativo

Quanto mais placas você ler, em voz baixa, em voz alta, mais vai assimilar esse conteúdo sem ter que reservar um tempo especial para fazer isso (confira aqui outro post nosso que trata mais em detalhe sobre a aprendizagem de vocabulário).

Essa noção é muito simples, mas ao mesmo tempo muito importante, pois o nativo faz justamente isso quando está aprendendo a falar.

Não estuda, mas prática diariamente. É simples observar crianças aprendendo a falar e perceber a quantidade de vezes que tentam pronunciar, muitas errando e sendo até engraçadas, só que pouco a pouco vão modelando sua fala, e em pouco tempo começam a articular a língua materna.

O melhor jeito de se aprender uma língua

Então a relação Aula X Prática passa a ser entendida assim. Para cada conteúdo visto em sala o aluno deve colocá-lo em prática muitas vezes. E para isso o papel do professor muda também.

Aqui o papel do professo deve ser, tanto o de apresentar os diversos conteúdos de vocabulário, pronúncia, gramática, etc., quanto o apresentar também os meios para que o aluno possa exercitar, praticar e se tornar íntimo desse conhecimento.

É por isso que em nosso trabalho de ensino de língua estrangeira disponibilizamos uma grande variedade de recursos via Internet para que o aluno se exercite diariamente.

E graças à Internet tudo isso é possível. São jogos, brincadeiras, exercícios, gravações, uma infinidade de recursos que são capazes de transformar qualquer repetição de “the book is on th table” algo da pré-história.

Tendo a Internet como sua maior aliada, sem falar dos Smarfones, aprender língua está cada vez mais na palma de sua mão.

E o que acontece então é que valorizamos uma prática onde os alunos precisam vir à aula de língua apenas uma vez por semana mas possam praticar mais.

Com muito menos deslocamento e perda de tempo. Com muito mais prática da língua. E com muito mais resultado e em menos tempo.

Praticar no dia-a-dia

modelo do icebergMas se você não é nosso aluno. Fica a dica então: a partir de agora, você que está estudando e aprendendo uma língua estrangeira comece a praticá-la no seu dia a dia. Lista de mercado, número de telefone, etc. Tudo ou quase tudo pode ser feito na prática, no dia a dia.

Falar é o que há de mais intrínseco à espécie humana. Somos seres falantes por natureza.

E podemos ir muito, muito mais longe. Pense, por exemplo, em você usar seu celular para se filmar falando sobre um tema, lendo um texto ou até mesmo cantando na língua que estiver aprendendo.

Além de ser divertido e economizar seu tempo – porque você não tem que ficar “estudando”. Você passa a fazer coisas, a produzir na língua que estiver aprendendo.

Com certeza essa prática trará resultados rápidos, eficientes e duradouros para você.

Resumindo

O modelo do iceberg define a relação daquilo que você aprende com a quantidade de prática que você precisa para adquirir, se apropriar da língua que quiser aprender. Propondo ao aluno uma prática cotidiana, intensa e lúdica trazemos melhores e mais rápidos resultados.
Afinal, o professor ensina, mas quem aprende é o aluno.
Então, boa prática e até a próxima vez!

Veja aqui o vídeo do Canal do Youtube!

 

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